đŸ€– MĂșsica composta e produzida por InteligĂȘncia Artificial (Dexbom AI).

[Verse] No boteco da praça o compadre chegou, Com um sorriso no rosto, mas o bolso furou, A conta tĂĄ alta, o samba Ă© cobrança, Mas ele tem jeito pra virar esperança. Vendendo a geladeira pra pagar o mĂȘs, Despachando o branco que gelava o cortĂȘs, Sem frescura na vida, a luta Ă© de verdade, Compadre Ă© guerreiro, mantĂ©m a dignidade. [Pre-Chorus] Ô compadre, nĂŁo perde a fĂ©, A roda gira e a vida Ă© pĂ©, Na batida do pandeiro a solução vai brotar, No samba que Ă© remĂ©dio pra alma melhorar. [Chorus] Vai, compadre, vai vender a geladeira, Que a vida Ă© dura, mas a gente Ă© guerreira, No batuque da pele, no choro e na alegria, A conta se paga com samba e poesia. Vai, compadre, nĂŁo perde a manha, Que no passo do samba o bicho nĂŁo estranha, O compadre endividado, mas com o coração na mĂŁo, Samba no pĂ©, limpa a alma do chĂŁo. [Verse] Na feira do bairro a conversa rolando, O compadre jĂĄ sabe que nĂŁo tĂĄ se enganando, As dĂ­vidas apertam, o suor Ă© constante, Mas o samba Ă© abrigo, Ă© amor penetrante. A geladeira vai, mas o samba fica, No peito do compadre, a vida nĂŁo fica murcha, Com um copo na mĂŁo e a verdade na voz, Ele canta a esperança que ninguĂ©m tirou. [Pre-Chorus] Ô compadre, firme a oração, Que o samba Ă© puro coração, No surdo e no tamborim a vida a pulsar, Tem força de guerreiro pra sempre lutar. [Chorus] Vai, compadre, vai vender a geladeira, Que a vida Ă© dura, mas a gente Ă© guerreira, No batuque da pele, no choro e na alegria, A conta se paga com samba e poesia. Vai, compadre, nĂŁo perde a manha, Que no passo do samba o bicho nĂŁo estranha, O compadre endividado, mas com o coração na mĂŁo, Samba no pĂ©, limpa a alma do chĂŁo. [Bridge] E quando a noite cai, a roda vai girar, Na cadĂȘncia da vida, quem sabe vai mudar, Compadre nĂŁo se entrega, a esperança Ă© lei, No samba tĂĄ a chave que o destino tem pra ela. [Chorus] Vai, compadre, vai vender a geladeira, Que a vida Ă© dura, mas a gente Ă© guerreira, No batuque da pele, no choro e na alegria, A conta se paga com samba e poesia. Vai, compadre, nĂŁo perde a manha, Que no passo do samba o bicho nĂŁo estranha, O compadre endividado, mas com o coração na mĂŁo, Samba no pĂ©, limpa a alma do chĂŁo. [Outro] Samba no pĂ©, limpa a alma do chĂŁo... Compadre guerreiro, coração na mĂŁo.

0 kommentarer
    Inga kommentarer hittades

:: / ::
::
/ ::

Kö