[Verse] No muro pichado a histÃŗria renasce, Caneta na mÃŖo, mente que nÃŖo se desfaça. Cada letra Ê um grito, pulsaÃ§ÃŖo na veia, Nas ruas, o verso Ê luz que clareia. O som da rima bate forte no concreto, EspÃrito da rua, conexÃŖo no dialeto. Na esquina, brothers, circulo sagrado, Palavras soltas, mundo transformado. [Pre-Chorus] Se liga no fluxo que vem do coraÃ§ÃŖo, Na sintonia da alma, nasce a canÃ§ÃŖo. No grafite, no verso, a gente se encontra, Muro Ê templo, onde a mente desponta. [Chorus] Muro pichado, ponto sagrado, Verso solto, improvisado. Na brisa da noite, a alma grita, Nas ruas, a voz que nÃŖo se limita. Muro pichado, ponto sagrado, Verso solto, improvisado. Na batida da vida, a gente acredita, No rap que nasce e que nos habita. [Verse] No calor da batalha, rimas se entrelaçam, EspÃrito elevado, mentes que se abraçam. Fragmentos do cotidiano, traduzidos no flow, Cada verso Ê semente pra mente que brotou. Contra o silÃĒncio da cidade cansada, Nosso som Ê resistÃĒncia, voz afiada. No olhar do irmÃŖo, refletem a esperança, No muro pichado, começa a dança. [Pre-Chorus] Se liga no fluxo que vem do coraÃ§ÃŖo, Na sintonia da alma, nasce a canÃ§ÃŖo. No grafite, no verso, a gente se encontra, Muro Ê templo, onde a mente desponta. [Chorus] Muro pichado, ponto sagrado, Verso solto, improvisado. Na brisa da noite, a alma grita, Nas ruas, a voz que nÃŖo se limita. Muro pichado, ponto sagrado, Verso solto, improvisado. Na batida da vida, a gente acredita, No rap que nasce e que nos habita. [Bridge] Deixa o som correr livre, sem prisÃŖo, Cada rima que nasce Ê oraÃ§ÃŖo. No encontro de vozes, a força se revela, No muro escrito, a histÃŗria Ê bela. [Chorus] Muro pichado, ponto sagrado, Verso solto, improvisado. Na brisa da noite, a alma grita, Nas ruas, a voz que nÃŖo se limita. Muro pichado, ponto sagrado, Verso solto, improvisado. Na batida da vida, a gente acredita, No rap que nasce e que nos habita. [Outro] Muro pichado, Muro sagrado, Verso que nÃŖo para, No rap, o legado.