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🤖 Música composta e produzida por Inteligência Artificial (Dexbom AI).

[Verse] No terreiro, copo na mão, o gelo já bateu No fundo, o canto ecoa, história que a rua contou Memória pesa, mente pesa, o sol já não aqueceu Na quebrada, cada passo é um verso que a vida escreveu Trampo duro, luta fria, na esquina o relógio parou O suor escorre lento, mas a vontade nunca faltou Na rima do dia a dia, o sorriso é o que restou Copo gelado, alma quente, é o grito que nunca calou [Pre-Chorus] O chão treme, som bate, no peito a dor não se esconde Voz rouca, rima bruta, na marca da nossa fonte [Chorus] Copo de alumínio, gelo que não derrete, No terreiro a vida ferve, escuta o som que a gente repete, Copo de alumínio, tudo que a rua entende, Na batida do peito, o rap que nunca se vende. Copo de alumínio, gelo que não derrete, No terreiro a vida ferve, escuta o som que a gente repete, Copo de alumínio, tudo que a rua entende, Na batida do peito, o rap que nunca se vende. [Verse] Passado no espelho, retrato queimado a fogo lento Cada linha é um grito preso no peito do meu sentimento Rima feita no sufoco, com a mente no tormento A rua é mãe e é juiz, no silêncio, eu represento Levo as marcas, carrego histórias, alma em fragmento Na voz, a dor engasgada, no verso, o meu fundamento Entre fumaça e camisa, o mundo pede respeito No terço do copo, refrão que acalma e dá jeito [Pre-Chorus] O chão treme, som bate, no peito a dor não se esconde Voz rouca, rima bruta, na marca da nossa fonte [Chorus] Copo de alumínio, gelo que não derrete, No terreiro a vida ferve, escuta o som que a gente repete, Copo de alumínio, tudo que a rua entende, Na batida do peito, o rap que nunca se vende. Copo de alumínio, gelo que não derrete, No terreiro a vida ferve, escuta o som que a gente repete, Copo de alumínio, tudo que a rua entende, Na batida do peito, o rap que nunca se vende. [Bridge] No eco da madrugada, o silêncio é nossa voz Entre sombras e esperança, cada verso é nosso nós Copo gelado na mão, calor que não se esconde Na alma do asfalto, o rap é ponte [Chorus] Copo de alumínio, gelo que não derrete, No terreiro a vida ferve, escuta o som que a gente repete, Copo de alumínio, tudo que a rua entende, Na batida do peito, o rap que nunca se vende. [Outro] Copo na mão, chão batido, Na mente, o canto perdido, Copo gelado, vida quente, No terreiro, a voz da gente.

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