[Verse] No intervalo do rango, papel e caneta na mão Rabisco a vida, conto as rimas do coração Na quebrada, o tempo voa, mas a mente não cansa Cada verso é uma história, cada linha, esperança Na mesa do boteco, o rap ganha espaço Com o som da alma, eu liberto o meu passo Sinto o peso do dia, mas a rima me levanta No tom do baixo firme, minha voz encanta [Pre-Chorus] Pego o beat do mundo, jogo no papel Sem pressa, sem medo, no flow do cordel [Chorus] Rabisco no guardanapo, letra que não engana No som da favela, a voz do cidadão Rabisco no guardanapo, verso que se espalha Na batida do povo, eu faço a minha fala Rabisco no guardanapo, letra que não engana No som da favela, a voz do cidadão Rabisco no guardanapo, verso que se espalha Na batida do povo, eu faço a minha fala [Verse] No olhar do amigo, vejo o brilho da luta No som que contagia, a mente não se oculta Misturo a fé com o sonho, o real com a rima Num instante sagrado, a vida se anima Papel amassado, mas o verso é precioso No compasso da rua, o poema é valioso Faço da simples folha minha obra-prima No intervalo do almoço, o rap aproxima [Pre-Chorus] Pego o beat do mundo, jogo no papel Sem pressa, sem medo, no flow do cordel [Chorus] Rabisco no guardanapo, letra que não engana No som da favela, a voz do cidadão Rabisco no guardanapo, verso que se espalha Na batida do povo, eu faço a minha fala Rabisco no guardanapo, letra que não engana No som da favela, a voz do cidadão Rabisco no guardanapo, verso que se espalha Na batida do povo, eu faço a minha fala [Bridge] Entre garfadas e risos, nasce a inspiração Na mesa de bar, minha voz é revolução Cada rabisco sincero é um grito no coração No ritmo da vida, encontro minha canção [Chorus] Rabisco no guardanapo, letra que não engana No som da favela, a voz do cidadão Rabisco no guardanapo, verso que se espalha Na batida do povo, eu faço a minha fala Rabisco no guardanapo, letra que não engana No som da favela, a voz do cidadão Rabisco no guardanapo, verso que se espalha Na batida do povo, eu faço a minha fala