đŸ€– MĂșsica composta e produzida por InteligĂȘncia Artificial (Dexbom AI).

[Verse] Naquela briga que a gente armou, Eu falo alto, vocĂȘ bateu o portĂŁo, Mas o destino, que Ă© danado, Nos juntou outra vez no boteco do ZĂ©, na mĂŁo. [Pre-Chorus] Copo vai, coração se ajeita, No samba, a mĂĄgoa se desfeita, Seu sorriso meio maroto, JĂĄ me chama pra perdoar e dar um troco. [Chorus] Ô, minha flor, deixa esse papo pra lĂĄ, Vem pro samba, vem me abraçar, Aqui no bar a gente se entende, No refrĂŁo do amor que nunca se rende. Ô, minha flor, deixa esse papo pra lĂĄ, Vem pro samba, vem me abraçar, No boteco a briga Ă© sĂł motivo, Pra gente rir e se fazer amigo. [Verse] VocĂȘ me puxa, eu te enrolo no samba, Raspo o peito, ralo a voz na conversa, Tem briga que vira paixĂŁo de madrugada, E esse amor a gente nĂŁo dispersa. [Pre-Chorus] Se a raiva bate, o samba nĂŁo deixa, O coração quente que a dor enfeita, No copo cheio e na mĂŁo estendida, A gente volta a ser sĂł alegria. [Chorus] Ô, minha flor, deixa esse papo pra lĂĄ, Vem pro samba, vem me abraçar, Aqui no bar a gente se entende, No refrĂŁo do amor que nunca se rende. Ô, minha flor, deixa esse papo pra lĂĄ, Vem pro samba, vem me abraçar, No boteco a briga Ă© sĂł motivo, Pra gente rir e se fazer amigo. [Bridge] E se a noite cair de amizade, A gente brinda pra felicidade, No batuque do pandeiro e do cavaquinho, A gente desmancha todo caminho. [Chorus] Ô, minha flor, deixa esse papo pra lĂĄ, Vem pro samba, vem me abraçar, Aqui no bar a gente se entende, No refrĂŁo do amor que nunca se rende. Ô, minha flor, deixa esse papo pra lĂĄ, Vem pro samba, vem me abraçar, No boteco a briga Ă© sĂł motivo, Pra gente rir e se fazer amigo. [Outro] No boteco da esquina, nosso porto seguro, Briga vira samba, amor em apuro.

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