đŸ€– MĂșsica composta e produzida por InteligĂȘncia Artificial (Dexbom AI).

[Verse] Na vitrine fria, sĂł poeira e reflexo, Passa gente, mas ninguĂ©m vĂȘ o que eu conecto. Cidade pulsa, mas o espaço tĂĄ vazio, É sĂł um quadro, na rua, sem meu desafio. Sombra no vidro, vida que nĂŁo alcança, Olho pros lados, tentando achar esperança. Vitrine parada, tempo que nĂŁo perdoa, No silĂȘncio, a rua Ă© quem ecoa. [Pre-Chorus] TĂĄ ligado, mano, o mundo gira lento, Mas dentro dessa caixa, eu sinto o tormento. [Chorus] Quem olha sĂł passa, nĂŁo vĂȘ o que eu sou, Na vitrine vazia, o que ficou? Mas o corre nĂŁo para, o jogo Ă© bruto, Sou vidro que reflete meu prĂłprio fluxo. Quem olha sĂł passa, nĂŁo vĂȘ o que eu sou, Na vitrine vazia, o que ficou? Mas o corre nĂŁo para, o jogo Ă© bruto, Sou vidro que reflete meu prĂłprio fluxo. [Verse] Passa vida, passa histĂłria, ninguĂ©m para pra ver, Vitrine exposta, mas a alma quer crescer. Cidade com pressa, pouca gente pra escutar, Meu som Ă© voz que a rua nĂŁo pode calar. Na pele marcas, no peito um grito contido, Vitrine vazia, mas o sonho tĂĄ vivo. Olha pra mim, tenta entender, Eu sou mais que isso, pronto pra renascer. [Pre-Chorus] TĂĄ ligado, mano, o mundo gira lento, Mas dentro dessa caixa, eu sinto o tormento. [Chorus] Quem olha sĂł passa, nĂŁo vĂȘ o que eu sou, Na vitrine vazia, o que ficou? Mas o corre nĂŁo para, o jogo Ă© bruto, Sou vidro que reflete meu prĂłprio fluxo. Quem olha sĂł passa, nĂŁo vĂȘ o que eu sou, Na vitrine vazia, o que ficou? Mas o corre nĂŁo para, o jogo Ă© bruto, Sou vidro que reflete meu prĂłprio fluxo. [Bridge] No brilho fraco da rua, vĂȘ o meu apelo, Mesmo transparente, eu carrego um duelo. NĂŁo Ă© nĂŁo, irmĂŁo, nĂŁo Ă© vazio nĂŁo, É resistĂȘncia, Ă© pulsar do coração. [Chorus] Quem olha sĂł passa, nĂŁo vĂȘ o que eu sou, Na vitrine vazia, o que ficou? Mas o corre nĂŁo para, o jogo Ă© bruto, Sou vidro que reflete meu prĂłprio fluxo. Quem olha sĂł passa, nĂŁo vĂȘ o que eu sou, Na vitrine vazia, o que ficou? Mas o corre nĂŁo para, o jogo Ă© bruto, Sou vidro que reflete meu prĂłprio fluxo. [Outro] Vitrine vazia, mas a vida Ă© real, No silĂȘncio do vidro, guardo meu sinal.

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