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🤖 Música composta e produzida por Inteligência Artificial (Dexbom AI).

[Verse] No terreiro esquecido, fogo morrendo no chão, quem tá no meio do povo, tá com medo de um só santo. Quentão quente, mas o coração tá frio, cada passo de quadrilha é um suspiro que não quer ir pro cimo. São risos fingidos, olhos trancados, o anel de fogo não queima, mas me mata sem se desfazer. [Pre-Chorus] Só quem tá no centro sabe que o ritual é uma prisão, cada giro é um nome que a dor vai descrever. [Chorus] Festa junina no inferno, eu tô no centro da roda, o quentão é sangue, a fogueira é fome e a música é dor. Quadrilha de sombras, ninguém dança com verdade, só o som do tempo rodando em câmera lenta, na minha cabeça, no meu peito, na minha alma. Festa junina no inferno, eu tô no centro da roda, o quentão é sangue, a fogueira é fome e a música é dor. [Bridge] O sinal acendeu, mas não tem quem me veja, a coroa de milho é uma armadilha de fome. Passei três anos rezando pro tempo parar, hoje o tempo é quem me puxa pra dentro da dor. [Chorus] Festa junina no inferno, eu tô no centro da roda, o quentão é sangue, a fogueira é fome e a música é dor. Quadrilha de sombras, ninguém dança com verdade, só o som do tempo rodando em câmera lenta, na minha cabeça, no meu peito, na minha alma. Festa junina no inferno, eu tô no centro da roda, o quentão é sangue, a fogueira é fome e a música é dor. [Outro] E a música, ainda, gira... no escuro. No escuro.

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