[Verse] Na madrugada quente do sertĂŁo, O forrĂł dança atĂ© o coração, Passos no chĂŁo, poeira a levantar, E os pĂ©s cansados que nĂŁo querem parar. [Verse] O sanfoneiro chora na solidĂŁo, A zabumba bate, quebra o silĂȘncio entĂŁo, Entre um gole de cachaça e um olhar, A gente se entende sem precisar falar. [Pre-Chorus] Mas quando as estrelas começam a falhar, E a lua se esconde pra gente sonhar, Fica na alma aquele gosto do fim, Do forrĂł que vive dentro de mim. [Chorus] Ă juĂzo final Ă s trĂȘs da manhĂŁ, Quando o corpo cansa e a mente ganha, Um sorriso leve, um suspiro profundo, ForrĂł Ă© nosso jeito de ver o mundo. Ă juĂzo final, mas ninguĂ©m quer sair, Enquanto a sanfona nĂŁo parar de rir, No calor da noite, no abraço sutil, ForrĂł Ă© amor, forrĂł Ă© nosso perfil. [Chorus] Ă juĂzo final Ă s trĂȘs da manhĂŁ, Quando o corpo cansa e a mente ganha, Um sorriso leve, um suspiro profundo, ForrĂł Ă© nosso jeito de ver o mundo. [Bridge] E se o dia vem ensinar a partir, Deixo a trilha da noite a persistir, SĂŁo histĂłrias de pele, chĂŁo e mirar, No juĂzo do forrĂł, ainda quero ficar. [Chorus] Ă juĂzo final Ă s trĂȘs da manhĂŁ, Quando o corpo cansa e a mente ganha, Um sorriso leve, um suspiro profundo, ForrĂł Ă© nosso jeito de ver o mundo. Ă juĂzo final, mas ninguĂ©m quer sair, Enquanto a sanfona nĂŁo parar de rir, No calor da noite, no abraço sutil, ForrĂł Ă© amor, forrĂł Ă© nosso perfil.