đŸ€– MĂșsica composta e produzida por InteligĂȘncia Artificial (Dexbom AI).

[Verse] Chega em casa, mochila pendurada no chĂŁo, Olhar de quem carrega mais do que um caderno, irmĂŁo. Na mĂŁo um desenho, colorido como a esperança, Na outra, uma medalha, prĂȘmio da sua confiança. Na quebrada a gente rala, Ă© luta que nĂŁo acaba, Mas ela chega com sorriso, dizendo que o mundo nĂŁo trava. Entre vielas e sonhos, Ă© luz nessa selva escura, Minha menina Ă© guerra, mas tambĂ©m Ă© a cura. [Pre-Chorus] Vejo o suor no rosto, o brilho no olhar, Cada passo Ă© batalha, mas ela vai chegar. [Chorus] É dela, Ă© dela, essa medalha e esse papel, Desenha o mundo novo, vai vencer o seu trofĂ©u. É dela, Ă© dela, pode crer, Ă© sĂł questĂŁo, Filha da rua, da escola, da vida, do coração. [Verse] No silĂȘncio da casa, a gente conversa em tom baixo, Me conta os sonhos, os medos, o que tem no seu espaço. Na lousa da vida, ela escreve seu destino, Faz rima com amor e luta, nunca perde o tino. A noite cai, mas a luz dela nĂŁo apaga, Enquanto o mundo reclama, ela brinca e propaga. Por mais que o caminho seja cruel e incerto, Minha filha Ă© poesia, no concreto aberto. [Pre-Chorus] Vejo o suor no rosto, o brilho no olhar, Cada passo Ă© batalha, mas ela vai chegar. [Chorus] É dela, Ă© dela, essa medalha e esse papel, Desenha o mundo novo, vai vencer o seu trofĂ©u. É dela, Ă© dela, pode crer, Ă© sĂł questĂŁo, Filha da rua, da escola, da vida, do coração. [Bridge] Entre o barulho da favela, o choro e o riso, Ela desenha a paz, mesmo sem aviso. Na mĂŁo a medalha, no peito a coragem, Filha da resistĂȘncia, escrevendo a viagem. [Chorus] É dela, Ă© dela, essa medalha e esse papel, Desenha o mundo novo, vai vencer o seu trofĂ©u. É dela, Ă© dela, pode crer, Ă© sĂł questĂŁo, Filha da rua, da escola, da vida, do coração. [Outro] É dela, Ă© dela, nĂŁo esquece nĂŁo, A força que ela carrega Ă© raiz do nosso chĂŁo.

0 Bemerkungen
    Keine Kommentare gefunden

:: / ::
::
/ ::

Warteschlange