[Verso] Nessa vida eu fui, quem sabe, malandro, Aprendi a fazer do amor um retrato, Das quedas, das dores, o samba ├й o meu canto, Com meu pandeiro e meu jeito de fato. [Refr├гo] Vem, minha bela, deixa eu te mostrar, Que a for├зa do amor pode nos levantar, Dan├зando na rua, com a vida a girar, Na roda da sorte, vamos nos encontrar. [Verso] O destino me trouxe, com brilho no olhar, Te encontrei entre os versos, um jeito de amar, Com meu cavaquinho, fa├зo a saudade brotar, E a malandragem ensina a nunca parar. [Refr├гo] Vem, minha bela, deixa eu te mostrar, Que a for├зa do amor pode nos levantar, Dan├зando na rua, com a vida a girar, Na roda da sorte, vamos nos encontrar. [Ponte] ├Й na virada do samba que eu vou te tocar, Com cada batida, o mundo a rodar, A vida ├й um jogo, mas juntos, de p├й, Eu sou o malandro, e voc├к ├й meu f├й. [Refr├гo] Vem, minha bela, deixa eu te mostrar, Que a for├зa do amor pode nos levantar, Dan├зando na rua, com a vida a girar, Na roda da sorte, vamos nos encontrar. [Final] E assim seguimos, malandros a sonhar, Com amor no peito, prontos pra celebrar, O samba ├й a vida, e o amor a can├з├гo, Na dan├зa da vida, bate forte o cora├з├гo.