[Verse] O sol se pôs no azul do entardecer, a luz da lua foi acordar o coreto. As cadeiras se encheram de quem queria ouvir, o ar ficou leve, como quem não tem medo. [Pre-Chorus] E a banda começou, suave no ar, só o violão e o canto do saxofone. O mundo parou só pra escutar a dor de uma melodia que nunca se foi embora. [Chorus] É no coreto que a cidade canta, com o coração na ponta da guitarra. Cada nota é um abraço, é um encontro, é vida que resiste, é amor que não morre. É no coreto, é no coreto, a brisa leva o som pra todo lado — quem ouve, entende que esse é o lugar onde o mundo se encontra sem se apressar. [Verse] O velho baterista bate com a alma, a violonista dança sem pisar no chão. O povo bate palma, vai no ritmo, e até o vento aprendeu a cantar junto. [Pre-Chorus] E a noite caiu sobre o rosto do tempo, mas ninguém quer que a música acabe. Cada riso é um verso, cada olhar um canto, é festa, é povo, é tudo que a gente tem. [Chorus] É no coreto que a cidade canta, com o coração na ponta da guitarra. Cada nota é um abraço, é um encontro, é vida que resiste, é amor que não morre. É no coreto, é no coreto, a brisa leva o som pra todo lado — quem ouve, entende que esse é o lugar onde o mundo se encontra sem se apressar. [Bridge] Se um dia o coreto for embora, só o som vai ficar, no fundo do peito. Porque não é só música, é memória, é o que nos mantém de pé, é o que nos lembra quem somos. [Chorus] É no coreto que a cidade canta, com o coração na ponta da guitarra. Cada nota é um abraço, é um encontro, é vida que resiste, é amor que não morre. É no coreto, é no coreto, a brisa leva o som pra todo lado — quem ouve, entende que esse é o lugar onde o mundo se encontra sem se apressar. [Outro] É no coreto... É no coreto... É onde o povo se encontra, é onde o coração se acalma.