[Verse] No silêncio da garagem, as mãos sujas de graxa Cada peça, um suspiro, o motor que não relaxa O brilho no metal, a esperança que se arrasta Nas veias, eletricidade que nunca se desfaça [Pre-Chorus] E eu volto a girar, com o som da ferrugem No peito um fogo grave que nunca me reduz [Chorus] Rasga o gás, acende a vida, queimar, explodir Nesse motor que chora, eu vou ressurgir Rasga o gás, sente a batida, pronta pra partir Na fome da estrada, eu vou me redimir [Verse] Os ventos da madrugada cantam meu juramento O farol que corta a névoa do desalento Grita o aço, vibra a alma, acelero o sentimento Essa máquina e eu, no mesmo alinhamento [Pre-Chorus] E eu volto a girar, com o som da ferrugem No peito um fogo grave que nunca me reduz [Chorus] Rasga o gás, acende a vida, queimar, explodir Nesse motor que chora, eu vou ressurgir Rasga o gás, sente a batida, pronta pra partir Na fome da estrada, eu vou me redimir [Bridge] O silêncio virou trovoada, o motor que implora Em cada faísca, uma história que aflora Não desisto, não paro, não me entrego jamais Essa máquina e eu, somos feitos pra mais [Chorus] Rasga o gás, acende a vida, queimar, explodir Nesse motor que chora, eu vou ressurgir Rasga o gás, sente a batida, pronta pra partir Na fome da estrada, eu vou me redimir [Outro] Rasga o gás... (vamos!) Na fome da estrada... (vamo que vamo!) Eu vou me redimir... Eu vou me redimir...