[Verse] No banco da praça a gente sentava, Rindo à toa, o tempo nem passava, Era só amizade, era só conversa, Mas o coração já andava em festa. [Verse] Entre um gole de café e um olhar solto, O silêncio de vez em quando fez um colto, A mão que tremia, um toque discreto, No banco da praça, virou segredo. [Pre-Chorus] E quem diria que aquela tarde amena, Viraria paixão tão serena? [Chorus] No banco da praça, eu achei minha sina, No seu sorriso, a luz que fascina, De amigos a amantes, num instante, No banco da praça, nasceu o amor gigante. No banco da praça, no banco da praça, Meu mundo virou graça, no banco da praça. [Verse] Lembranças guardadas, a paz no olhar, Caminho contigo sem medo de errar, O vento sussurra, conto pra você, Que foi no banco da praça que aprendi a viver. [Pre-Chorus] E quem diria que aquela tarde amena, Viraria paixão tão serena? [Chorus] No banco da praça, eu achei minha sina, No seu sorriso, a luz que fascina, De amigos a amantes, num instante, No banco da praça, nasceu o amor gigante. No banco da praça, no banco da praça, Meu mundo virou graça, no banco da praça. [Bridge] E se o tempo levar as folhas secas, Nosso amor fica, brilha, não tropeça, No cantinho simples onde tudo começou, No banco da praça, o sonho floresceu. [Chorus] No banco da praça, eu achei minha sina, No seu sorriso, a luz que fascina, De amigos a amantes, num instante, No banco da praça, nasceu o amor gigante. No banco da praça, no banco da praça, Meu mundo virou graça, no banco da praça. [Outro] No banco da praça, no banco da praça, Meu coração não disfarça, no banco da praça.