[Verse] No cantinho da quebrada, a cadeira tá na esquina Barbeiro na missão, tesoura dança, disciplina Som chegando pesado, rap clássico no sistema No ritmo da vida, traço firme, domínio do tema A navalha desliza, o corte vira arte pura Na vibe do bairro, a conversa é cultura Resenha da quebrada, história no movimento Cada fio que cai, carrega o sentimento [Pre-Chorus] É no som do beat que a alma se revela No passo do corte, a vida é mais que janela [Chorus] É o barbeiro no som, batida que embala No flow do bairro, a vida nunca cala Corta, risca e desenha, a rima nunca falha No rap da cadeira, a raça se exala É o barbeiro no som, batida que embala No flow do bairro, a vida nunca cala Corta, risca e desenha, a rima nunca falha No rap da cadeira, a raça se exala [Verse] A rua é testemunha, papo reto, sem enrolar No clima intimista, a mente começa a viajar Cada corte é história, cada linha tem sentimento No balanço do rap, eu encontro meu alento Barbeiro do bairro, mestre da paciência Entre conversa e corte, desperta a consciência No som que ecoa, no beat que não falha Aqui o rap é rei, na cadeira ele trabalha [Pre-Chorus] É no som do beat que a alma se revela No passo do corte, a vida é mais que janela [Chorus] É o barbeiro no som, batida que embala No flow do bairro, a vida nunca cala Corta, risca e desenha, a rima nunca falha No rap da cadeira, a raça se exala É o barbeiro no som, batida que embala No flow do bairro, a vida nunca cala Corta, risca e desenha, a rima nunca falha No rap da cadeira, a raça se exala [Bridge] Luz baixa, reflexo no espelho, a alma se conecta No silêncio da entrega, o beat se manifesta O tempo desacelera, momento quase sagrado Barbeiro e rap, no bairro consagrado [Chorus] É o barbeiro no som, batida que embala No flow do bairro, a vida nunca cala Corta, risca e desenha, a rima nunca falha No rap da cadeira, a raça se exala É o barbeiro no som, batida que embala No flow do bairro, a vida nunca cala Corta, risca e desenha, a rima nunca falha No rap da cadeira, a raça se exala [Outro] No rap da cadeira, mano, é vida que não para Barbeiro do bairro, alma forte na batida clara