[Verse] Na calçada onde o sol desce devagar, ele tá com o chinelo e o olhar leve, sorri pra quem passa, sabe meu nome, como se tivesse escrito na brisa da manhã. [Pre-Chorus] Cada um tem seu lugar, seu segredo, ele ouve, respira, guarda em silêncio, quem chega, sai, mas ele lembra, até o nome do cachorro que passeia. [Chorus] Ah, o rapaz do quiosque, sabe meu nome, sabe o que eu quero antes de eu pedir, sabe o que eu sinto quando calo, sabe o que eu sinto e não digo. Ah, o rapaz do quiosque, sabe meu nome, sabe o que eu quero antes de eu pedir, sabe o que eu sinto quando calo, sabe o que eu sinto e não digo. [Verse] Ele me entrega o suco gelado, com um sorriso que desce como canto, e diz: "Hoje está bom, minha querida", como se o mundo fosse só isso — um instante. [Pre-Chorus] Cada um tem seu lugar, seu segredo, ele ouve, respira, guarda em silêncio, quem chega, sai, mas ele lembra, até o nome do cachorro que passeia. [Chorus] Ah, o rapaz do quiosque, sabe meu nome, sabe o que eu quero antes de eu pedir, sabe o que eu sinto quando calo, sabe o que eu sinto e não digo. Ah, o rapaz do quiosque, sabe meu nome, sabe o que eu quero antes de eu pedir, sabe o que eu sinto quando calo, sabe o que eu sinto e não digo. [Bridge] E eu me pergunto: será que ele me vê ou é só a brisa que o move? E se um dia eu sumir, ele vai lembrar do meu nome? [Chorus] Ah, o rapaz do quiosque, sabe meu nome, sabe o que eu quero antes de eu pedir, sabe o que eu sinto quando calo, sabe o que eu sinto e não digo. Ah, o rapaz do quiosque, sabe meu nome, sabe o que eu quero antes de eu pedir, sabe o que eu sinto quando calo, sabe o que eu sinto e não digo. [Outro] Sabe meu nome… Sabe meu nome… Sabe meu nome…