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🤖 Música composta e produzida por Inteligência Artificial (Dexbom AI).

[Verse] Na cadeira de palha, com o copo na mão, o velho mestre fala baixo, mas o mundo escuta. Cachaça no fundo do copo, saudade na canção, ele ensina o verso com olhar de quem já viveu. [Pre-Chorus] E a galera encosta, perto da mesa de pedra, cada um com seu segredo, mas todos no ritmo. O tempo passa leve, no calor da tarde, e a alma se desfaz como o samba na calçada. [Chorus] Samba no peito, samba no chão, samba no verso que o velho nos deu. Samba no olhar, samba no canto, samba que nunca morre, nem mesmo no tempo. Samba no peito, samba no chão, samba no verso que o velho nos deu. Samba no olhar, samba no canto, samba que nunca morre, nem mesmo no tempo! [Verse] Ele diz que o verso vem do peito, não da farda, que o amor é a rima, mesmo quando se perde. Com um gole de cachaça, mostra o jeito certo, e o ritmo que nasce na voz da gente. [Pre-Chorus] E a galera encosta, perto da mesa de pedra, cada um com seu segredo, mas todos no ritmo. O tempo passa leve, no calor da tarde, e a alma se desfaz como o samba na calçada. [Chorus] Samba no peito, samba no chão, samba no verso que o velho nos deu. Samba no olhar, samba no canto, samba que nunca morre, nem mesmo no tempo. Samba no peito, samba no chão, samba no verso que o velho nos deu. Samba no olhar, samba no canto, samba que nunca morre, nem mesmo no tempo! [Bridge] O sol baixa, mas o samba não descansa, cada verso novo é um pedaço de quem foi. O velho levanta, sorri, dá um beijo no copo, e a história volta, com o samba no coração. [Outro] Samba no peito, samba no chão... samba no verso que o velho nos deu. Samba no olhar, samba no canto, samba que nunca morre, nem mesmo no tempo. Samba no peito, samba no chão... samba que nunca morre, nem mesmo no tempo.

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