[Verse] Na esquina o vento sussurra teu nome, Passos leves rachando o silêncio, Luzes acesas, caldo quente no fogo, Casa aberta, teu abrigo no relento. [Verse] No balcão, a garrafa cheia de histórias, Risos soltos entre sombras de nostalgia, A cozinha cintila um canto da vida, Velha dança que nunca se esvazia. [Pre-Chorus] E eu te espero nessa luz amarela, Que não se apaga, que sempre revela, O calor que faz noite virar festa, No teu olhar, meu melhor poema. [Chorus] Luz da cozinha acesa pra quem chega tarde, Porta aberta, coração que não arde, Volta logo, vem que o tempo não para, Aqui é teu canto, teu riso, tua cara. Luz da cozinha acesa pra quem chega tarde, Nada apaga a chama que nos guarde, Vem na calma, vem no passo da sede, Casa e vida se encontram na rede. [Pre-Chorus] E eu te espero nessa luz amarela, Que não se apaga, que sempre revela, O calor que faz noite virar festa, No teu olhar, meu melhor poema. [Chorus] Luz da cozinha acesa pra quem chega tarde, Porta aberta, coração que não arde, Volta logo, vem que o tempo não para, Aqui é teu canto, teu riso, tua cara. Luz da cozinha acesa pra quem chega tarde, Nada apaga a chama que nos guarde, Vem na calma, vem no passo da sede, Casa e vida se encontram na rede. [Bridge] No tilintar dos copos, destino se refaz, Entre beijos e promessas de paz, Se o mundo lá fora cansa e chama também, Essa luz é farol, é lar, é além. [Chorus] Luz da cozinha acesa pra quem chega tarde, Porta aberta, coração que não arde, Volta logo, vem que o tempo não para, Aqui é teu canto, teu riso, tua cara. Luz da cozinha acesa pra quem chega tarde, Nada apaga a chama que nos guarde, Vem na calma, vem no passo da sede, Casa e vida se encontram na rede. [Outro] Luz da cozinha... luz da cozinha... Sempre acesa, só pra ti.