đŸ€– MĂșsica composta e produzida por InteligĂȘncia Artificial (Dexbom AI).

[Verse 1] Na cadeira de plĂĄstico, guerra na calçada, Jogado de vida, irmĂŁo, sem aposentada. Boleto na mĂŁo, ritmo de cobrança, Num mundo que cobra, a gente sĂł balança. Fazendo malabarismo pra fechar as contas, Na quebrada a voz Ă© forte, nĂŁo afronta. Sem luxo, sem grana, sĂł a rima afiada, Sobrevivente na luta, cabeça erguida, nada parada. [Pre-Chorus] Olha o tempo passando, nĂłis nĂŁo deixa barato, Ferro na ponta da lĂ­ngua, papo reto no ato. [Chorus] Boleto no chĂŁo, mas a fĂ© nĂŁo sai, Na calçada a luta, o sonho nĂŁo cai. Cadeira de plĂĄstico, resistĂȘncia Ă© lei, Na rua ou na vida, nĂłis rema atĂ© o cĂ©u. Boleto no chĂŁo, mas a fĂ© nĂŁo sai, Na calçada a luta, o sonho nĂŁo cai. Cadeira de plĂĄstico, resistĂȘncia Ă© lei, Na rua ou na vida, nĂłis rema atĂ© o cĂ©u. [Verse 2] Rima na mente, pesado o calendĂĄrio, Mas o jogo Ă© bruto e nĂłis nĂŁo Ă© imaginĂĄrio. De concreto e rua, o pulse bate forte, Entre boletos e trampo, sobrevivĂȘncia Ă© sorte. No botequim, papo reto com o parceiro, Entre uma rima e outra, o mundo inteiro. Cadeira velha, histĂłria na memĂłria, De quem nĂŁo desiste, constrĂłi sua vitĂłria. [Pre-Chorus] Olha o tempo passando, nĂłis nĂŁo deixa barato, Ferro na ponta da lĂ­ngua, papo reto no ato. [Chorus] Boleto no chĂŁo, mas a fĂ© nĂŁo sai, Na calçada a luta, o sonho nĂŁo cai. Cadeira de plĂĄstico, resistĂȘncia Ă© lei, Na rua ou na vida, nĂłis rema atĂ© o cĂ©u. Boleto no chĂŁo, mas a fĂ© nĂŁo sai, Na calçada a luta, o sonho nĂŁo cai. Cadeira de plĂĄstico, resistĂȘncia Ă© lei, Na rua ou na vida, nĂłis rema atĂ© o cĂ©u. [Bridge] NĂłis nĂŁo Ă© de desistir, nem de se calar, No verbo, na rima, no som a protestar. Cada boleto Ă© tiro, cada luta Ă© bala, Na cadeira de plĂĄstico, a alma nĂŁo se abala. [Chorus] Boleto no chĂŁo, mas a fĂ© nĂŁo sai, Na calçada a luta, o sonho nĂŁo cai. Cadeira de plĂĄstico, resistĂȘncia Ă© lei, Na rua ou na vida, nĂłis rema atĂ© o cĂ©u. Boleto no chĂŁo, mas a fĂ© nĂŁo sai, Na calçada a luta, o sonho nĂŁo cai. Cadeira de plĂĄstico, resistĂȘncia Ă© lei, Na rua ou na vida, nĂłis rema atĂ© o cĂ©u. [Outro] Na calçada a vida rima atĂ© o fim, Cadeira de plĂĄstico Ă© trono de mim.

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