đŸ€– MĂșsica composta e produzida por InteligĂȘncia Artificial (Dexbom AI).

[Verse] Noite pesa, garagem vira palco, fria a varanda ViolĂŁo desafinado, voz rouca, sem reserva, sem demanda O grave corta o silĂȘncio, bate no peito, marca o tempo Tamo junto, ecoando firme, alma em movimento Rima crua, na lata, sem açĂșcar, direto no verbo Cada nota, um soco, um apelo, no morro, no asfalto, no deserto Conversa reta, rua fala, a dor Ă© nossa escola Na batida do caos, a verdade se desenrola [Pre-Chorus] A corda arrebenta, mas a voz leva a mensagem Na quebrada, a luta Ă© diĂĄria, Ă© coragem Entre som e silĂȘncio, o grito acontece No canto da solidĂŁo, a alma cresce [Chorus] ViolĂŁo desafinado, voz rouca no ar Na varanda do prĂ©dio, eu e vocĂȘ a cantar TensĂŁo no peito, a cidade a escutar Esse som Ă© nossa vida, nĂŁo deixa apagar ViolĂŁo desafinado, voz rouca no ar Na varanda do prĂ©dio, eu e vocĂȘ a cantar TensĂŁo no peito, a cidade a escutar Esse som Ă© nossa vida, nĂŁo deixa apagar [Verse] No dedo a marca do tempo, no verso a labuta Encarando o mundo, sem medo da luta Na rua escura, nosso canto faz ponte De coração aberto, Ă© fogo que nĂŁo se esconde Rimas afiadas, sentimentos sĂŁo facas A verdade nua, nas linhas que traças No duo, na rua, a voz que nĂŁo se rende Presença forte, que no peito surpreende [Pre-Chorus] A corda arrebenta, mas a voz leva a mensagem Na quebrada, a luta Ă© diĂĄria, Ă© coragem Entre som e silĂȘncio, o grito acontece No canto da solidĂŁo, a alma cresce [Chorus] ViolĂŁo desafinado, voz rouca no ar Na varanda do prĂ©dio, eu e vocĂȘ a cantar TensĂŁo no peito, a cidade a escutar Esse som Ă© nossa vida, nĂŁo deixa apagar ViolĂŁo desafinado, voz rouca no ar Na varanda do prĂ©dio, eu e vocĂȘ a cantar TensĂŁo no peito, a cidade a escutar Esse som Ă© nossa vida, nĂŁo deixa apagar [Bridge] No fio da madrugada, a rua escuta a gente Poesia que sangra, na batida do presente Sem medo do fracasso, sem pressa pra calar Essa voz desafinada, ninguĂ©m vai calar [Chorus] ViolĂŁo desafinado, voz rouca no ar Na varanda do prĂ©dio, eu e vocĂȘ a cantar TensĂŁo no peito, a cidade a escutar Esse som Ă© nossa vida, nĂŁo deixa apagar ViolĂŁo desafinado, voz rouca no ar Na varanda do prĂ©dio, eu e vocĂȘ a cantar TensĂŁo no peito, a cidade a escutar Esse som Ă© nossa vida, nĂŁo deixa apagar [Outro] Na varanda, no escuro, o som vai ficar ViolĂŁo e voz, juntos pra eternizar.

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