[Verse] Lá no armazém da esquina, entre sacos e poeira Te vi ali, com aquele jeito, bem de maneira Prateleira a prateleira, coração na moita Meu olhar vai, tua graça, e a gente se aponta [Pre-Chorus] No cheiro do café, no tropeço do arroz Tem um papo mudo que a gente não deixa só Escondido na sombra, um segredo a mais É chama baixa, que o vento traz [Chorus] Entre as latas e o feijão, eu me perco na tua mão No meio do mato, no meio do chão Amor de armazém, amor que não tem fim És a rima simples que vive em mim Entre as latas e o feijão, eu me perco na tua mão No meio do mato, no meio do chão Amor de armazém, amor que não tem fim És a rima simples que vive em mim [Verse] O sol entra rasante, desenha tua sombra no chão Eu arrumo as contas, mas bate forte o coração Tem aquele cheiro doce do mato e da cana No teu sorriso eu vejo a vida, não quero nada distante [Pre-Chorus] No cheiro do café, no tropeço do arroz Tem um papo mudo que a gente não deixa só Escondido na sombra, um segredo a mais É chama baixa, que o vento traz [Chorus] Entre as latas e o feijão, eu me perco na tua mão No meio do mato, no meio do chão Amor de armazém, amor que não tem fim És a rima simples que vive em mim Entre as latas e o feijão, eu me perco na tua mão No meio do mato, no meio do chão Amor de armazém, amor que não tem fim És a rima simples que vive em mim [Bridge] Pode vir chuva ou pode raiar Nosso mundo é esse lugar Entre as prateleiras, no silêncio, a gente vai ficar E o tempo que passar, só vai a gente lembrar [Chorus] Entre as latas e o feijão, eu me perco na tua mão No meio do mato, no meio do chão Amor de armazém, amor que não tem fim És a rima simples que vive em mim Entre as latas e o feijão, eu me perco na tua mão No meio do mato, no meio do chão Amor de armazém, amor que não tem fim És a rima simples que vive em mim