[Verse] Cendres no vento, silêncio no alto, caminho de pedras, frio no peito. A cruz se inclina, o sol se desfaz, e o nome do morto ainda chama o ar. [Pre-Chorus] O céu se fecha, mas o canto não morre, ainda há luz na sombra do tempo. [Chorus] Lembra-te, ó alma, que o amor não morre, só se transforma na luz do amanhecer. Cada dor é um sinal, cada lágrima um verso, e o teu nome, meu amigo, é cantado no vento. [Verse] O sino ressoa, o tempo se detém, no cimo da montanha, em oração. Nada se apaga — o que foi, permanece, no olhar do mundo, no abrigo da paz. [Pre-Chorus] O céu se fecha, mas o canto não morre, ainda há luz na sombra do tempo. [Chorus] Lembra-te, ó alma, que o amor não morre, só se transforma na luz do amanhecer. Cada dor é um sinal, cada lágrima um verso, e o teu nome, meu amigo, é cantado no vento. [Bridge] Quando o frio for mais forte, e a noite não cede, lembra: não estás só. O amor que te fez, o que te esperou, é o mesmo que hoje te canta na escuridão. [Chorus] Lembra-te, ó alma, que o amor não morre, só se transforma na luz do amanhecer. Cada dor é um sinal, cada lágrima um verso, e o teu nome, meu amigo, é cantado no vento. [Outro] Cantado no vento... Cantado no vento... Cantado no vento...