[Verse] Na roda do forró eu já cheguei, Com a zabumba que bate no pé, História de luta no compasso, Do povo que não deixa esmorecer. [Verse] Veio do sertão, chão rachado e quente, Voz das raízes, canto da gente, Na palma da mão, no coração, A zabumba é força da tradição. [Pre-Chorus] E o couro vai ressoando devagar, No toque quente pra gente dançar, É resistência que nunca vai parar, Sente o ritmo que vem pra acordar. [Chorus] Ôi, ôi, zabumba a pulsar, Marcando a vida, fazendo cantar, No peito da gente a força tá, No som do forró, vamos bailar! Ôi, ôi, deixa o som rolar, Zabumba acorda a madrugada, É luta, é festa, é amar, No compasso do povo, a caminhada. [Bridge] Quando a noite cai e a lua vem olhar, A zabumba chama pra vida celebrar, De mão em mão, no seu gingado, O povo inteiro segue lado a lado. [Chorus] Ôi, ôi, zabumba a pulsar, Marcando a vida, fazendo cantar, No peito da gente a força tá, No som do forró, vamos bailar! Ôi, ôi, deixa o som rolar, Zabumba acorda a madrugada, É luta, é festa, é amar, No compasso do povo, a caminhada. [Outro] No compasso do povo, a caminhada...