🤖 Música composta e produzida por Inteligência Artificial (Dexbom AI).

[Verse] Ela passa pelo corredor, caderno no peito, olhos no teto, sonhando cê-cê no palco, uniforme azul, mas no coração tem luz, cada passo no piso é um refrão que ela já conhece. Leva o livro na mochila, mas escreve o futuro no céu, não é só quem tem grana que pode voar, ela tá no começo, mas já tem a chama — não dá pra apagar, é fogo em forma de esperança. [Pre-Chorus] E cada aula é um passo, cada prova é uma luta, mas a vitória tá no olhar quando ela se vê no espelho: “Sou eu, sou quem eu quero — não sou mais só da turma, sou a estrela que ainda não brilhou, mas já existe.” [Chorus] Ela sonha palco, sonha luz, sonha um nome que ressoa, livro na mão, mas o futuro já tem nome. Nem a escola, nem a cidade, nem o medo vai segurar, ela é a menina do uniforme — mas o mundo vai lembrar. Ela sonha palco, sonha luz, sonha um nome que ressoa, livro na mão, mas o futuro já tem nome. Ela tá no começo, mas já tá no topo — não é só sonho, é real, é agora, é seu, é seu. [Verse] Na hora do recreio, ela escreve letras no caderno, cada verso é um passo rumo ao que ela vai ser. Não é só quem tem fala que ganha o microfone, ela tá no silêncio, mas já tá no som. São 87 BPM no coração, cada batida é um passo, cada dia é um verso que ela vai gravar no tempo. E quando o mundo escutar, vai reconhecer que começou tudo com uma menina no fundo da sala. [Pre-Chorus] E cada aula é um passo, cada prova é uma luta, mas a vitória tá no olhar quando ela se vê no espelho: “Sou eu, sou quem eu quero — não sou mais só da turma, sou a estrela que ainda não brilhou, mas já existe.” [Chorus] Ela sonha palco, sonha luz, sonha um nome que ressoa, livro na mão, mas o futuro já tem nome. Nem a escola, nem a cidade, nem o medo vai segurar, ela é a menina do uniforme — mas o mundo vai lembrar. Ela sonha palco, sonha luz, sonha um nome que ressoa, livro na mão, mas o futuro já tem nome. Ela tá no começo, mas já tá no topo — não é só sonho, é real, é agora, é seu, é seu. [Bridge] Cada olhar no espelho é um “eu acredito”, cada riso na escada é um “eu tô no caminho”. Ela não precisa de passaporte, nem de chamar o mundo — o mundo vai vir procurar ela quando o nome dela fizer eco. [Outro] Ela sonha palco, sonha luz, sonha um nome que ressoa, livro na mão, mas o futuro já tem nome. Ela tá no começo, mas já tá no topo — não é só sonho, é real, é agora, é seu, é seu. Ela sonha palco, sonha luz, sonha um nome que ressoa, livro na mão, mas o futuro já tem nome. Ela tá no começo, mas já tá no topo — não é só sonho, é real, é agora, é seu, é seu.

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