[Verse] Na calçada onde o tempo esquece, ele está ali, com a cabaça no joelho, sorri pra gente que não tem tempo, como se o mundo fosse um só sorriso. [Pre-Chorus] Coco fresco, geladinho, pra quem tá no trânsito, cansado, ele não vende só água, vende um momento, tranquilo, calmo. [Chorus] Ah, o sorriso do vendedor de coco, no engarrafamento, pra quem tá no chão, ele é o sol que não tem preço, um samba que nem o tempo apaga. Ah, o sorriso do vendedor de coco, na multidão, no lenta e no fogo, ele tira meu fardo, me acalma — e o mundo, mesmo parado, fica vivo! [Verse] Cada gole tem um pedaço de dia, de quem trabalha sem gritar, com o balde no ombro, o olhar de quem já viu, mas ainda acredita no bem que o povo dá. [Pre-Chorus] Coco fresco, geladinho, pra quem tá no trânsito, cansado, ele não vende só água, vende um momento, tranquilo, calmo. [Chorus] Ah, o sorriso do vendedor de coco, no engarrafamento, pra quem tá no chão, ele é o sol que não tem preço, um samba que nem o tempo apaga. Ah, o sorriso do vendedor de coco, na multidão, no lenta e no fogo, ele tira meu fardo, me acalma — e o mundo, mesmo parado, fica vivo! [Bridge] Não precisa de luz, nem de cartão, ele já tem o que o povo tem de mais forte: um sorriso que cura, um olhar que abraça, e a vida, mesmo lenta, tem ritmo. [Chorus] Ah, o sorriso do vendedor de coco, no engarrafamento, pra quem tá no chão, ele é o sol que não tem preço, um samba que nem o tempo apaga. Ah, o sorriso do vendedor de coco, na multidão, no lenta e no fogo, ele tira meu fardo, me acalma — e o mundo, mesmo parado, fica vivo! [Outro] Sorri, sorri, sorri… no engarrafamento, o coco é vida. Sorri, sorri, sorri… pra quem tá cansado, o sorriso é paz.