đŸ€– MĂșsica composta e produzida por InteligĂȘncia Artificial (Dexbom AI).

[Verse] Na quebrada o mercado tĂĄ bombando, O tiozinho no balcĂŁo vai te chamando, “Vai levar, vai fiĂĄ, nĂŁo precisa pressa, Aqui cada troco Ă© moeda na mesa.” O povo se encontra na fila do pĂŁo, Roda de prosa que nĂŁo tem nĂŁo, Mandando ideia, trocando favores, Na simplicidade nasce os amores. [Pre-Chorus] E o relĂłgio aqui nĂŁo corre igual, É papo reto, Ă© moral, Ă© coisa real. [Chorus] Fiado no mercado, a vida Ă© assim, Troco contado, conversa atĂ© o fim, No peito a fĂ©, no olhar o tambor, Na favela a gente vive de amor, Fiado no mercado, a vida Ă© assim, Troco contado, conversa atĂ© o fim, No peito a fĂ©, no olhar o tambor, Na favela a gente vive de amor. [Verse] A noite cai, o sol se despede, Mas a rua acende, o povo nĂŁo perde, A prosa que vira mĂșsica, histĂłria, É resistĂȘncia, força, Ă© vitĂłria. No mercado o canto nĂŁo deixa calar, Tem riso, tem luta, tem muito pra falar, Cada cliente Ă© irmĂŁo, cada troca Ă© raiz, Na quebrada a riqueza Ă© o que tu diz. [Pre-Chorus] E o relĂłgio aqui nĂŁo corre igual, É papo reto, Ă© moral, Ă© coisa real. [Chorus] Fiado no mercado, a vida Ă© assim, Troco contado, conversa atĂ© o fim, No peito a fĂ©, no olhar o tambor, Na favela a gente vive de amor, Fiado no mercado, a vida Ă© assim, Troco contado, conversa atĂ© o fim, No peito a fĂ©, no olhar o tambor, Na favela a gente vive de amor. [Bridge] NĂŁo tem pressa, nĂŁo tem rotina, Aqui o tempo Ă© na esquina, Se o bolso apertou, a gente se ajeita, Na quebrada a corrente Ă© feita. [Chorus] Fiado no mercado, a vida Ă© assim, Troco contado, conversa atĂ© o fim, No peito a fĂ©, no olhar o tambor, Na favela a gente vive de amor, Fiado no mercado, a vida Ă© assim, Troco contado, conversa atĂ© o fim, No peito a fĂ©, no olhar o tambor, Na favela a gente vive de amor. [Outro] Fiado Ă© confiança que nĂŁo se perde, No mercado da vida, nĂłis sempre se entende.

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